Bicicletada ABC!!!

Sabádo 26/05/2012 tem Bicicletada!!!!

Local:Praça 22 de Novembro – Centro
Local: Praça da 22 de Novembro (em frente ao Shopping de Mauá e ao Terminal Rodoviario)
Concentração às 15hs e saída às 16hs

Quer participar da próxima, anote na agenda as próximas datas e cidades:

30/06 – Ribeirão Pires

Local: Vila do Doce, região central da cidade.

28/07 – Rio Grande da Serra

Local: Estação de trem de Rio Grande da Serra

Quer saber mais, participe do grupo BICICLETADA ABC no Facebook.

http://bicicletadaabc.wordpress.com/

A bicicletada do ABC, será itinerante então cada mês ocorrerá em uma cidade do Grande ABC, sendo desta vez em SBC.

Acompanhe no blog: www.bicicletadaabc.wordpress.com

2011

bicicletada abc julho 2011

A Bicicletada, um movimento horizontal, ou seja, sem líderes, acontece quando ciclistas se reúnem com o objetivo comum de mostrar na prática que bicicleta também tem direito de uso das ruas, fazendo valer seu direito de circulação e pedindo respeito a ele.

Mais informações bicicletadaabc.wordpress.com

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Bem Vindos!

Band exibe série de Reportagens sobre Bicicleta – Vou de Bicicleta

No caminho de casa para o trabalho, com quantas bicicletas você cruza? A verdade é que o brasileiro está pedalando cada vez mais. Em todo o país existem mais de 60 milhões de bicicletas. Primeiro video da série:

Cresceu muito o número de pessoas que usam a bicicleta como meio de transporte no dia-a-dia. Assim, surgiram os “bikeangels”, que ajudam osususários da bicicleta a preservar sua segurança no trânsito de São Paulo. Segundo Video:

A série especial mostra as principais regras de segurança para os ciclistas.

Terceiro video:

ONIBUS ESCOLAR?

É provável que ir à escola nunca tenha sido tão divertido e saudável! A empresa holandesa De Café Racer desenvolveu uma bicicleta cooperativa tomando como base um ônibus escolar infantil, tornando a tarefa de ir à escola mais colaborativa. O veículo pode acomodar até dez crianças e um adulto e possui até um reprodutor de músicas.

Além disso, vem equipado com um motor elétrico para auxiliar as crianças no caso de uma subida. Se começar a chover, um telhado de lona é facilmente montado para garantir que as crianças cheguem secas à escola. De Café Racer é conhecida por desenvolver os famosos “bierfiets” na Holanda, que funcionam como uma espécie de bar móvel onde as pessoas pedalam enquanto estão sentadas bebendo, sendo guiadas por um motorista.

Bonde do ABC para a Rota Márcia Prado 2011

Vamos de novo???

Data: 10/12/11

Hora: Concentração às 7h, saída às 7:30h impreterivelmente (Se tod@s @s confirmad@s chegarem antes das 7:30, sairemos então)

Local: Estação de Trem de Ribeirão Pires/ SP

OBRIGATÓRIO o uso de capacete.

Para contato com a Bicicletada ABC, clique AQUI!

Para maiores informações sobre a Rota Márcia Prado, AQUI!

Com a falta de ciclovia, ciclistas se arriscam no meio do trânsito

O trânsito de bicicletas nas grandes cidades vem sido incentivado, seja pelos benefícios para o tráfego, seja pela diminuição da poluição nas metrópoles ou mesmo para a melhoria da qualidade de vida da população, por ser um tipo de transporte que é também uma forma de exercício físico. As administrações municipais tem um papel importante na criação e manutenção da infra estrutura necessária para a locomoção por bicicletas, mas dificilmente as cidades conseguirão implantar vias específicas para as bicicletas em toda a cidade, forçando as bicicletas a circular entre os carros.

Para a arquiteta e urbanista Lucimar Cardone, da TTC Engenharia de tráfego e de transportes, cada vez mais vai ser preciso fazer um uso democrático do espaço das cidades, com espaço para os veículos automotores, para as bicicletas e para os pedestres. Ela comenta que o ideal é que a bicicleta tenha o seu espaço reservado, segregado do resto do trânsito, especialmente em vias com limite de velocidade mais alto, com mais risco ao ciclista.

A arquiteta Eli Vazzolla, também da TCC, lembra que todos, pedestres, motoristas, motociclistas e ciclistas devem ter a consciência de que as ruas são feitas para o trânsito de pessoas, estejam em veículos ou não, e todos devem ter seu espaço no trânsito. Para isso devem ser feitas campanhas de educação no trânsito, incentivando o respeito aos diferentes tipos de veículos. A arquiteta também comenta que o motorista deve respeitar a distância de um metro e meio para ultrapassar o ciclista, pois se ele se desequilibrar há uma distância do carro para que não seja atropelado.

Cardone comenta que hoje as ruas das cidades como São Paulo estão voltadas para o Automóvel e há vias nas quais o ciclista não consegue circular com um mínimo de segurança. Para ela os motoristas devem respeitar o diteiro do ciclista de transitar na rua. Mas Vazzolla comenta que em vias onde existem ciclovias ou ciclofaixas (sinalizadas adequadamente) o ciclista deve usar estas faixas. Quando está no trânsito, a bicicleta deve trafegar pela faixa da direita.

As calçadas só podem ser utilizadas pelos ciclistas quando há sinalização específica indicando que é uma calçada compartilhada. As ciclovias devem estar sinalizadas para que pedestres, ciclistas e motoristas saibam que se trata de uma via para bicicletas. Na Av. Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo, por exemplo, apesar da CET considerar que a pista no canteiro central da avenida é uma ciclovia, não há sinalização indicativa. Neste caso, alguns ciclistas preferem trafegar pela rua, já que trafegar pela calçada em São Paulo é passível de multa e apreensão da bicicleta até o pagamento da multa.

Vazzolla ainda comenta que a presença de bicicletas no trânsito traz um caráter mais humano para a cidade, já que é possível ver o ciclista, fazer contato humano, pois são pessoas no trânsito, o mesmo não acontece com os veículos fechados, como o carro.

FONTE:UOL


Projeto cria programa de incentivo ao uso de bicicletas

A percepção da bicicleta como meio de transporte está realmente cada vez mais forte, inclusive no meio político. Na última quart (3), a Comissão de Desenvolvimento Urbano da Câmara aprovou um projeto de lei que cria o Programa Bicicleta Brasil (PBB) nas cidades com mais de 20 mil habitantes.

A ideia da lei, criada pelo deputado Jaime Martins (PR-MG), é destinar 15% do valor arrecadado com multas de trânsito para os seguintes fins:

– apoiar Estados e municípios na instalação de bicicletários públicos e construção de ciclovias e ciclofaixas;
– promover a integração das bicicletas ao sistema de transporte público coletivo;
– promover campanhas de divulgação dos benefícios do uso da bicicleta como meio de transporte econômico, saudável e ambientalmente adequado.

Tudo isso é ótimo, não? Em uma cidade como São Paulo, que arrecada milhões de reais em multas, seria uma enorme verba voltada à bicicleta e aos ciclistas.

O relator do projeto, deputado Roberto Britto (PP-BA), apresentou parecer favorável. O deputado afirmou que o transporte realizado por meio de bicicletas é alternativa para o trânsito cada vez mais congestionado, o excesso de poluição ambiental, o aumento dos níveis de consumo de combustíveis e os problemas climáticos derivados do aquecimento global. “É inegável que o uso da bicicleta como meio de transporte não tem recebido a devida atenção na formulação de políticas públicas no Brasil”, disse Britto.

Além de destinar as verbas das multas para o Programa Bicicleta Brasil, o projeto de Lei propõe ainda que cidades com mais de 500 mil habitantes coloquem no plano de transporte urbano integrado exigido pelo Estatuto da Cidade (Lei 10.257/01) a previsão obrigatória da implantação de ciclovias e a promoção do transporte cicloviário (veja mais detalhes do projeto no site da Câmara).

Para o Programa Bicicleta Brasil virar realidade, ainda vamos ter de esperar. O projeto de Lei ainda deve ser votado (e aprovado) pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Anteriormente, o texto já foi aprovado pela Comissão de Viação e Transportes. Só depois de todas essas aprovações é que o projeto segue para o plenário da Câmara, onde será votado por todos os parlamentares.

Fonte: Eu Vou de Bike

Bicicleta japonesa filtra água enquanto você pedala

Todo mundo deveria andar de bicicletas. Seja com a elétrica quemostramos semana passada ou com essa de hoje: que gera água!

Kawasaki (a cidade no Japão, não a marca de motos) tem uma feira de tecnologia sustentável e lá foi apresentada ao mundo a bicicleta que tem um filtro para limpar a água.

A Cycoclean aproveita a energia do pedal e usa para o sistema de purificação funcionar. O equipamento tem capacidade de gerar até 5 litros por minuto.

O foco da empresa criadora da Cycloclean, a Nippon Basic, são os consumidores de Bangladesh para que possam se locomover e limpar a água de vilareos remotos e áreas que sofrem com desastres naturais.

A Nippon bem que poderia trazer isso para nosso continente. Vejo muitas possibilidades para essas bicicletas em nosso país.

Bicicleta com placa é solução para melhorar trânsito em cidade do interior de SP

Funcionário da prefeitura emplaca bicicleta em PontalFuncionário da prefeitura emplaca bicicleta em Pontal

Para reduzir o número de acidentes, furtos e infrações de trânsito, a prefeitura de Pontal (351 km a noroeste de São Paulo) resolveu exigir o emplacamento de todas as bicicletas da cidade. O município tem 40 mil habitantes, 20 mil bicicletas e trânsito considerado confuso por muita gente.
A exigência entrou em vigor há uma semana. Desde então têm sido feitos em média 120 emplacamentos por dia. Os donos pagam R$ 5 e saem com a “magrela” licenciada. A expectativa da prefeitura é de que em seis meses todas as bicicletas da cidade estejam com placas.
O chefe do Departamento de Trânsito de Pontal, Nilson Carlos Maia (54), informa que quem desrespeitar a regra terá o veículo recolhido e poderá pagar multa cujo valor ainda não foi definido. A fiscalização será feita pela Polícia Militar, mas será precedida de uma campanha de conscientização sobre regras de trânsito, com distribuição de panfletos nas ruas e em escolas.
Embora o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) estabeleça a obrigatoriedade de espelho retrovisor e refletores, por exemplo, a legislação em Pontal não exige esses acessórios. As exigências do CTB para ciclistas só valem nos municípios que as tenham acolhido em leis próprias.

Apesar do carnaval ser este ano em Março,  a bicicletada de Fevereiro será em ritmo de carnaval, por isso venha fantasiado!!!

A bicicletada ABC ocorre toda a penúltima sexta-feira do mês, agora ela é fixa em Santo André.

Downhill Urbano de Santos
Mario Jarrim e Luana Oliveira vencem Final da competição ficou marcada por muitas quedas
Patinho feio na Descida das Escadas de Santos, Mario Jarrin driblou o favoritismo dos adversários e fez o melhor tempo da competição. O equatoriano cruzou a linha de chegada com 1.00.801, à frente do frances Credic Garcia (1.01.406) e do brasileiro Djone Fornari (1.01.406), na prova realizada neste domingo de manhã, na Baixada Santista, em São Paulo.
Por outro lado, Luana Oliveira ficou com o primeiro lugar no feminino. Ela completou a prova com o tempo de 1.09.559. A francesa Emmeline Ragot (1.09.900) e a também brasileira Bruna Ulrich (1.11.659) terminaram, respectivamente, em segundo e terceiro lugares.
Mario Jarrim, de 26 anos, que havia ficado em oitavo no ano passado e com a quinta colocação em 2009, superou o tricampeão mundial Greg Minnaar e o último vencedor do torneio, o eslovaco Filip Polc. Este competidor aliás é o detentor do recorde do circuito, além de ser o único biker a ter quebrado a barreira de um minuto, com o tempo de 59s152.
Além da Elite nacional, a Descida deste ano contou com a presença de competidores de oito países: Inglaterra, Estados Unidos, Chile, Equador, França, Eslováquia, Portugal e África do Sul. A prova de downhill urbano, que chegou à sua nona edição, é considerada a mais tradicional do país.

A bicicleta e as cidades: como inserir a bicicleta na política de mobilidade urbana

Leitura obrigatória para quem se interessa pela bicicleta como meio de transporte urbano nas cidades.

“Este trabalho mostrará a importância da bicicleta como um meio de transporte viável,  capaz de interagir eficientemente com todas as outras formas de mobilidade urbana, além  de proporcionar a melhoria do meio ambiente e ajudar a promover a inclusão social.”

“Os motivos que levam as cidades a criarem uma estrutura cicloviária são diversos. Cidades de países desenvolvidos, por exemplo, tradicionalmente justificam a implantação de planos cicloviários com base na questão ambiental e no uso excessivo do automóvel. Nesses casos, a bicicleta tem um papel de elemento estruturador, e não de mero ator coadjuvante. Além disso, a bicicleta contribui para a revitalização dos centros degradados.”

Cllique na imagem para iniciar o download

Mais da metade da população de SP está disposta a deixar o carro para utilizar o transporte público

By Agência Estado  Quinta-feira 16/9/2010 14:24 BRT

Mais da metade da população de São Paulo está disposta a deixar o carro para utilizar o transporte público diariamente, num contexto de adotar novas práticas a fim de colaborar com o meio ambiente. É o que revela a quarta edição da pesquisa de percepção sobre mobilidade na capital paulista feita pelo Ibope para o Movimento Nossa São Paulo. O levantamento, divulgado hoje, mostra que 52% dos paulistanos estão dispostos a utilizar o transporte coletivo, ante um índice de 40% verificado na mesma pesquisa realizada no ano passado. A insatisfação com o trânsito permanece alta: 68% consideram a situação ruim ou péssima.

O levantamento revela que, de forma geral, 76% dos paulistanos deixariam de usar veículo próprio caso houvesse uma boa alternativa de transporte público. Talvez por isso, 67% disseram que os governos deveriam dar mais atenção ao transporte coletivo. A pesquisa, com margem de erro de três pontos porcentuais para mais ou para menos, faz parte da programação da Semana da Mobilidade, que vai de 16 a 22 de setembro, este o Dia Mundial Sem Carro.

Mas a avaliação dos paulistanos em relação ao serviço de ônibus na cidade é bastante negativa. Todas as notas ficaram abaixo da média de 5,5 – as notas vão de 1 a 10. Os itens avaliados foram lotação dos ônibus (nota 3,4), tempo de duração da viagem (4,1), acessibilidade para pessoas com deficiência (3,8), tarifa (4,0), tempo de espera nos pontos de ônibus ou terminais (4,3) e pontualidade (4,3).

De acordo com o Ibope, na pesquisa, permanece a proporção dos que possuem e não possuem carro: metade tem e metade não tem. O porcentual de quem usa automóvel todos os dias ou quase diariamente variou dentro da margem de erro, de 29%, no ano passado, para 26%, este ano. No entanto, na comparação com 2008 houve queda de quatro pontos porcentuais: 30% para 26%.

O tempo médio gasto de deslocamento na capital paulista para realizar a principal atividade do dia é de 1 hora e 49 minutos, ante 1 horas e 57 minutos em 2009. Já o tempo médio para efetuar todos os deslocamentos diários se manteve praticamente igual: passou de 2 horas e 43 minutos no ano passado para 2 horas e 42 minutos este ano. Diante disso, é compreensível que 68% considerem a situação do trânsito ruim ou péssima. No ano passado, o porcentual era de 71%.

Desrespeito
Aumentou a percepção de que há desrespeito no trânsito de São Paulo, segundo o levantamento. Subiu de 68%, no ano passado, para 79% a opinião de que motociclistas são desrespeitados. Também aumentou de 69% para 75% a percepção de desrespeito aos ciclistas. E, por fim, passou de 65% para 72% a proporção dos que acreditam que pedestres são desrespeitados.

A pesquisa, realizada nos dias 25 a 30 de agosto deste ano, ouviu 805 paulistanos com 16 anos ou mais.

Mauá ganhará ciclovia ligando o Guapituba ao Capuava

Em reunião do Orçamento Participativo, projetos de infraestrutura foram apresentados; Peça Orçamentária será apresentada no dia 20 de setembro

Roberto Mourão/ PM

O prefeito Oswaldo Dias (em pé) falou durante reunião do OP

Na reunião do Orçamento Participativo (OP) para a apresentação dos projetos de infraestrutura, o prefeito Oswaldo Dias confirmou que Mauá terá, a partir de 2011, uma rede de ciclovias e ciclofaixas. Serão construídas ciclovias ligando os bairros de Guapituba e Capuava e ciclofaixas nas novas marginais dos rios Corumbé e Tamanduateí.
Dias afirmou que os Ecopontos que serão construídos poderão ser utilizados “como um cartão de visita para a limpeza da cidade”. Nesses equipamentos, os moradores poderão descartar restos de construção e móveis velhos, por exemplo.
Entre as obras de infraestrutura em andamento, Dias salientou a construção das quatro UPAs (Unidades de Pronto Atendimento), do AME (Ambulatório Médico de Especialidades), da escola Profª Patrícia Martinelli, no Jardim Elizabeth, das novas marginais, do campus da UFABC (Universidade Federal do ABC), do PAC Oratório e do PAC 2.
No dia 20 de setembro será apresentado aos conselheiros do orçamento a Peça Orçamentária de 2011 que será encaminhada para votação na Câmara Municipal.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Mauá
Secretaria de Comunicação Social
01/09/2010 17:26

Inaugurada primeira pista de biketrial de São Paulo – Espaço Cancioneiro
Surge no Brasil, mais especificamente na capital paulista, a primeira pista de Bike Trial dentro de um projeto chamado C.D.C. (Clube Da Cidade) Arena Radical – Espaço Cancioneiro http://cdcarenaradical.blogspot.com , com a ajuda do Empreendedor Esportivo, Max Meirelles.

Uma bela iniciativa que o Pedal faz questão de ajudar na divulgação e parabeniza desde já todas as pessoas envolvidas.

O trialeiro e amigo do site Pedal, Michel Baffa, nos conta sobre este local:

“Nós do Bike Trial não tínhamos conhecimento deste espaço onde já existia este projeto, e há alguns meses atrás passamos perto do local e vimos uma pista de BMX e por curiosidade eu (Michel Baffa), Edu Perna e João André fomos conhecer esta área esportiva.

Através do conhecimento desta área esportiva onde as diversas modalidades derivadas do ciclismo como: BMX, Street, Dirt Jump, Mountain Bike tivemos a conclusão de que neste espaço poderíamos inserir o Bike Trial, então entramos em contato com Max Meirelles, e com a confirmação dele em ceder o espaço começamos ir a busca de obstáculos para a construção da pista.

Entramos em contato com o Fernando (Diretor da loja de bicicletas Biketoor ( http://www.biketoor.com.br ), e mostramos a proposta do espaço e o interesse que tínhamos, após esta reunião conseguimos uma verba para alugar um carreto e ir atrás de obstáculos em diversas localizações da capital de São Paulo e ate mesmo no interior, mais especificamente em Poá. Nesta cidade, o piloto Paulo Punk tinha uma quantidade significativa de obstáculos a nos doar. Depois desta pequena viagem paramos no CEASA, pois através do Chiquinho, um simples vendedor de pallets nos doou uma outra quantidade significativa de pallets. Outras empresas nos ajudaram com obstáculos, como a AD Silk Screen( Ângelo e Demetrio), Durapol (diretor Samuel Delamuta), SP Alimentação (Silvano).

Fonte: http://www.pedal.com.br/

A partir disso começamos a pré-montagem de alguns obstáculos, e hoje podemos dizer que temos uma primeira pista oficial de Bike Trial na cidade de São Paulo, situada na Praça do Cancioneiro, junção da Rua Funchal com a Av. Eng. Luis Carlos Berrini, de baixo dos viadutos de ligação para Marginal Pinheiros de quem vem da Av. dos Bandeirantes.”

:: Informações adicionais

O horário de funcionamento do C.D.C. é de 3° a 6° feiras da 13:00hs às 21:00hrs e de sábados, domingos e feriados das 10:00 às 18:00 hrs.

De 3° a sábado no horário das 15:00hs às 17:00hs o local tem aulas de BMX com Prof° Michel Baffa.

Obrigatório o uso de capacete.

Placas piratas nas ruas de São Paulo

O artista Cabelo juntamente com uns amigos empreenderam um projeto muito criativo para as ruas de São Paulo. Usando filmes de raio-x, fizeram estêncils com a mensagem “Compartilhe a pista” e depois o aplicaram em antigos LPs, imitando placas de trânsito. As placas então foram colocadas em postes de iluminação pela cidade, como se fossem placas oficiais (e por sinal, bem parecidas). Uma boa idéia!!

Para ver mais placas e como fazer no blog >>>> http://igualvoce.wordpress.com/


São Paulo ganha espaço de customização de bikes

Inaugurou dia 22/05 em São Paulo a Tag and Juice, espaço que é mix de loja, galeria de arte, café e tabacaria focada no fenômeno das bikes vintage. O lugar é especializado em customização de bicicletas e traz pra cidade uma moda que já virou febre fora do Brasil – as bikes fixas.

Trata-se de bicicletas comuns, porém feitas sob medida. É o próprio dono que escolhe as marchas, amortecedores e outros itens que quer ou não em sua bike. Os modelos surgiram na Califórnia no início dos anos 2000 e eram utilizadas só em pistas de corridas. Logo foram adaptadas para a cidade e ganharam as ruas da Europa e Austrália.

Criada pelo diretor de arte Billy Castilho e pelo designer Pablo Gallardo, a Tag and Juice disponibiliza o serviço e tem tudo para virar um clubinho de amantes das pedaladas. O espaço se dedica à cultura urbana de maneira geral. Para a inauguração a loja promove uma festa com DJs, das 15h às 20h.

Serviço
Tag and Juice – Lifestyle Shop & Gallery
Rua Gonçalo Afonso, 99 – Vila Madalena
Horários de Funcionamento: terça-feira a sábado, das 10h até 20h
Entrada gratuito


Engenheiros usam tecnologia de F1 em bike

Bicicleta com tecnologia da F1

Trazendo a tecnologia dos carros de corrida para mais perto da nossa realidade (mas ainda muito longe), os engenheiros da Fórmula 1 criaram uma bicicleta que, de convencional, só tem o formato. Desenvolvida fora dos padrões regulamentados pela UCI (União Internacional dos Ciclistas), o órgão gestor do esporte, a bike tem de tudo para ser a mais avançada tecnologicamente do mundo.

A Factor 001 possui diversos dispositivos eletrônicos integrados para fornecer as principais informações necessárias para o ciclista, desde frequência cardíaca e temperatura da pele a pressão atmosférica e umidade do ambiente.

O sistema correlaciona os dados biométricos do passeio, os dados físicos da bicicleta e os dados meteorológicos e faz uma análise em tempo real. Antes, isso só era possível em laboratório. Todas as informações são gravadas por um computador e podem ser usadas em seguida para estudos e comparações.

A bike também possui um sistema de GPS integrado, que rastreia a posição geográfica do usuário e o ajuda a chegar ao local desejado. Tudo isso é visualizado em uma tela touchscreen montada no guidão. Além disso, os freios são de cerâmica e são acionados hidraulicamente, deixando as frenagens mais precisas.

Fisicamente, a Factor 001 não difere muito das bicicletas tradicionais. E isso é espantoso, já que tanta tecnologia prevê fios, cabos de controle, baterias, tudo aparente. Mas seus componentes são bastante sofisticados e bem integrados ao corpo da bike, o que dá a ela uma aparência limpa e organizada.

Alegando que cada atleta é diferente do outro, a bf1systems – empresa que projeta e executa a parte eletrônica e de chassis da F1 – vai confeccionar a bicicleta sob medida para o comprador e com suas preferências no design, como a possibilidade de ter seu nome gravado no guidão.

Além de tudo, ela é quase toda feita de fibra de carbono. O material a torna mais leve – pesa apenas sete quilos –, além de mais rígida e durável do que as bicicletas convencionais, geralmente feitas de aço ou alumínio.

Este fator, associado a todas as tecnologias da Factor 001 – e, é claro, ao peso do nome Fórmula 1 – deu ao produto um valor altíssimo de venda: US$ 34.000. A bike vai começar a ser comercializada em abril deste ano, para um número seleto de compradores.

Fonte: Revista Galileu

Região do ABC pode ganhar passeio ciclístico em 2010

De acordo com o vice-presidente da entidade, Marcos Mazzaron, ainda este ano deve ser realizado um grande Passeio Ciclístico, integrando a maior parte dos sete municípios da região.

“Vamos organizar um passeio que inclua, pelo menos, São Bernardo, São Caetano e Santo André”, explicou. “Vai ser algo muito semelhante ao que foi feito dia 25, em São Paulo.”

Pelos planos iniciais, o Passeio terá ao menos dez ou 12 quilômetros de percurso. E a definição do trajeto é exatamente um dos principais desafios para a logística do evento. “Não podemos fazer um traçado com grandes subidas ou descidas. Não pode ser muito acidentado”, explicou Mazzaron, responsável pelos eventos competitivos e de lazer da FPC. Outra preocupação é oferecer área para estacionamento de quem vem de longe.

O objetivo da iniciativa, segundo ele, é “ativar o ciclismo” no Grande ABC. “Será a primeira vez que organizaremos algo do tipo na região”, destacou o dirigente, que pretende promover o Passeio ainda neste primeiro semestre. “Provavelmente, de maio a julho”, completou.

ROTA CICLOTURÍSTICA Marcia Prado

C erce de 950 ciclistas preencheram o termo de autorização para descer a serra pelo Parque da Serra do Mar, desses, ao menos 477 passaram pelos trens da CPTM, aonde receberam uma maravilhosa atenção de todos os funcionários. Contando com alguns ciclistas que acessaram o parque por outra rota e os mais de 30 voluntários, cerca de 1000 ciclistas conseguiram chegar à praia no dia 19 de dezembro de 2009, provando a viabilidade, não só da Rota Marcia Prado, mas de uma prática que tem tudo a ver com nosso país, o Cicloturismo.

O evento foi muito bem organizado e mostrou que pode virar realidade, existem alguns problemas politicos mas espero que a rota seja regulamentada.

Mais Informações: CICLOBR

Verão Lúdico – Parque das Bicicletas
Pais podem levar seus filhos para realizar atividades destinadas ao público infantil, como bicicleta, ioiô e pula corda


Iniciativa da Secretaria Municipal de Esportes, o Parque das Bicicletas recebe durante todos os sábados, domingos e feriados de janeiro, fevereiro e março o projeto Verão Lúdico, sempre das 10h às 16h30.

O objetivo é estimular os pais a levarem seus filhos para a prática de diversas atividades, entre elas bicicleta, pula corda e amarelinha, ioiô, bolinha de gude, peteca, canções de roda e perna de pau, além de brincadeiras de conscientização sobre o meio ambiente.

Segundo a organização, são esperadas cerca de 1000 crianças a cada final de semana.
A REVOLUÇÃO DAS BICICLETAS

O JC Online criou uma historia em quadrinhos onde conta fatos sobrea bicicleta e o trânsito muito legal….

Veja a historia em quadrinhos...

Ciclofaixas ajudariam a melhorar o trânsito

É oportuna a indicação do vereador Fabio Palácio (PR), vice-líder do Governo na Câmara de São Caetano com o objetivo de criação de ciclofaixas, uma ligação direta entre os principais pontos de lazer de São Caetano.
Recentemente foi implantada na Capital uma ciclofaixa ligando os parques do Povo e do Ibirapuera, num trajeto de 5 Km, que funciona aos domingos das 7 às 12 horas e atende uma grande parte da população que utiliza a bicicleta como veículo de lazer.
De acordo com a indicação, a ciclofaixa consistirá numa faixa exclusiva destinada à circulação de bicicletas, delimitada por sinalização específica, utilizando parte da pista, conforme previsto no Código Brasileiro de Trânsito.
Segundo o vereador a idéia é instalar ciclofaixas aos domingos ao longo da Avenida Tijucussu, no Bairro Olímpico, interligando a ciclovia da Avenida Presidente Kennedy com a Rua Visconde de Inhaúma.
“A proposta é ainda mais abrangente, pois visa criar um sistema cicloviário interligado na cidade, com ciclovias, ciclofaixas, bicicletários e paraciclos. Queremos que as novas vias públicas, pontes, viadutos e túneis já tenham espaços destinados ao acesso de circulação de bicicletas. A idéia é incentivar este tipo de transporte não só como lazer, mas de forma a contribuir para o desenvolvimento da mobilidade sustentável”, ressalta Palácio.
Eis ai um bom exemplo a ser seguido pelos demais municípios da região. A utilização da bicicleta como meio de transporte é uma realidade não apenas para o lazer, mas também para deslocamentos para o trabalho e a escola. Temos raras ciclovias e não há notícia de ampliação de novos espaços, na contramão do que acontece nas principais cidades do mundo. Uma situação paradoxal porque o trânsito é um dos principais problemas da população.
fonte: JORNAL ABC REPORTER
Ciclistas reivindicam mais incentivo ao uso da bicicleta
Em palestras realizadas no 10° SALÃO DUAS RODAS, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, representantes de entidades de ciclistas pleiteiam direitos iguais no trânsito para as bicicletas

O cenário para os ciclistas do Brasil ainda apresenta uma série de barreiras e desafios a serem superados. A bicicleta, que já foi tema de música de Marcos Valle, de verso de Vinicius de Moraes, que já apareceu em muitos filmes publicitários e que representa o sonho de toda criança, continua sendo discriminada nas vias públicas.

Nas palestras realizadas no 10° SALÃO DUAS RODAS, Rodrigo Telles, representante do Clube de Cicloturismo e da UCB-União dos Ciclistas do Brasil, expôs as principais condições desse segmento que mexe com milhões de brasileiros. -É preciso legitimar efetivamente o uso da bicicleta com a criação de ciclovias que ofereçam segurança aos usuários-, enfatizou o ciclista. Para ele ainda falta união e comunicação entre os ciclistas fanáticos, que andam sempre equipados e os ciclistas comuns que utilizam o veículo para o trabalho ou lazer. -Deveríamos cobrar mais apoio das autoridades, inclusive na questão de educação no trânsito-, complementa.
LEIA MAIS….>

Ciclistas não têm espaço nas cidades do Grande ABC

Vanessa Fajardo
Do Diário do Grande ABC

A escassez de ciclovias no Grande ABC faz com que as bicicletas cada vez mais deixem de ser utilizadas como meio de transporte e ajudem a desafogar o trânsito. Ciclistas ouvidos pelo Diário dizem que se a região tivesse mais opções e infraestrutura para pedalar, a adesão à bike poderia crescer.

Santo André e São Bernardo empatam no número de ciclovias: são três em cada cidade. Em São Caetano, a ciclovia da Avenida Kennedy tem dois quilômetros e inclui área para descanso. A Prefeitura prevê a construção de um parque linear na Avenida Tijucussu com uma nova via para bicicletas que se articulará com a da Kennedy. Em Diadema e Ribeirão Pires não há qualquer pista para os ciclistas; Mauá e Rio Grande da Serra não informaram sobre a existência desses equipamentos.

“Há três anos fui atropelado quando andava de bike em São Paulo. Aqui na região, as ciclovias melhoraram, mas ainda faltam pistas”, afirma o chapeiro Ailton Alves da Silva, 33 anos, que mora em Santo André e usa a magrela para trabalhar em São Caetano. “Com certeza faltam pistas e proteção. O trânsito é complicado e se houvesse mais infraestrutura todo mundo andaria mais”, complementa o metalúrgico Pedro Carrinho, 53, morador de São Bernardo.

Se por um lado, especialistas e ciclistas apontam a necessidade de a região investir em ciclovias, não há números do que seria o ideal para cada município. O professor de Transporte da FEI (Fundação Educacional Inaciana), Creso de Franco Peixoto, diz que esse indicador só seria possível a partir de um estudo de origem e destino que apontasse os trechos mais planos das cidades, e revelasse a predominância de viagens dos moradores. “É preciso sentir a potencialidade do bairro e avaliar características como a renda per capita da população. Quando se trata de pessoas de classe média ou média-baixa, a expectativa do uso da bicicleta é maior.”

Mais do que investir em infraestrutura, o professor de Transportes da Escola de Engenharia da Universidade Mackenzie, João Vírgilio Merighi, aponta a necessidade de o poder público investir em educação. “Agentes governamentais têm de mostrar as vantagens da bicicleta. É preciso melhorar a cultura dos motoristas; hoje não temos regras rígidas de segurança. Nós, motoristas, quando estamos no volante do carro também esquecemos dos ciclistas.”

Quem É Mais Rápido Bike ou Helicóptero?
Que em São Paulo a bicicleta é mais rápida que o carro, todos estamos cansado de saber, tanto que neste ano no Desafio Intermodal foi inserido o modal patinete para poder competir com o carro.

As dúvidas antes de ser dada a largada eram: quem chegará primeiro o patinete ou o carro? Será que a bicicleta consegue percorrer um trajeto mais rápido que um helicóptero?

O IV Desafio Intermodal realizado ontem, tem o objetivo de mostrar que há infinitas alternativas ao transporte motorizado particular e também avaliar o desempenho do transporte público ano a ano.

As regras:
O tempo computado é o do deslocamento completo da pessoa e não do modal. Portanto, é levado em conta o tempo que a pessoa leva até o modal e o tempo que ele perde para estacionar o veículo. Como o ciclista desmontado se equipara a um pedestre, o único veículo que não será necessário estacionar é a bicicleta. No deslocamento são respeitadas todas as regras de trânsito. O pedestre tem que atravessar na faixa, a não ser que ela esteja a mais de 50 metros. Nesse caso, ele pode atravessar no local que considerar mais seguro.

Veja a reportagem e quem foi mais rápido de acordo com as regras….

Japão usará bicicletas contra poluição

O governo japonês disponibilizará, em Tóquio, bicicletas públicas para aluguel com o objetivo de reduzir a emissão de gases poluentes.

A iniciativa do Ministério do Meio Ambiente tem o propósito de expandir o uso desse tipo de transporte na capital japonesa e, portanto, diminuir o uso de veículos que usem combustíveis fósseis. O programa de bicicletas públicas é experimental e terá duração inicial de três meses, com início em outubro. As 250 bicicletas do projeto ficaram distribuídas em cinco estacionamentos, com 50 bicicletas cada, no distrito financeiro de Marunochi.

A ideia, no entanto, é que o meio de transporte limpo seja usado, principalmente, para atividades diárias, como ir trabalhar ou voltar da escola. Por esse motivo, as bicicletas podem ser devolvidas em qualquer um dos cinco estacionamentos.

Por questões de segurança, para alugar uma bicicleta será preciso ter um cartão de crédito. Isso porque como forma de evitar o abandono ou furto dos veículos, o custo integral do veículo será cobrado no cartão de crédito do usuário, caso ela não seja devolvida em 24 horas.

fonte:info abril

Designer cria bicicleta dobrável

O usuário pode levar a bibicleta apenas numa mão. Sem correia, a bike funciona com um sistema de transferência de energia, que usa tubos hidráulicos e fluidos para pegar o embalo. bikeDepois de ter sua bicicleta roubada por três vezes, o designer inglês Dominic Hargreaves resolveu criar uma bike dobrável para poder carregá-la por aí. Batizada de “The Contortionist” (A contorcionista), a bicicleta fica do tamanho da circunferência de sua roda, 24 polegadas (cerca de 60 cm). E assim, permite que o usuário carregue sua magrela com apenas uma mão.

Além do design simples, a bicicleta de Hargreaves não tem correia. Funciona com um sistema de transferência de energia, que usa tubos hidráulicos e fluidos para pegar o embalo. Mas também não dispensa a ajuda do impulso dos pés nos pedais.

Australianos vão ao trabalho em comboio de bicicletas

Olha só que legal na Australia diversas pessoas que utilizam suas bicicletas para ir até o trabalho tiveram a ideia de se juntar para realizar o percurso criando assim um comboio de bicicletas,

australia

Aqui no brasil seria interessante os ciclistas que vão ao trabalho de bicicleta se organizarem e realizar grupos nos horários que geralmente costumam seguir para o ambiente de trabalho ou apenas lazer, pois costumo ver diversas pessoas se locomovendo com suas bicicletas por ruas ou avenidas com trafego intenso de veículos e por incrível que pareça estas vias não possuem ciclo-faixas ou ciclo-vias, então se todos que costumam seguir pelas mesmas vias e horários poderiam organizar comboios tornando a ida ao trabalho mais segura pois assim com certeza estarão mais visíveis para os motoristas, tai uma idéia para ser analisada e até seguida, dependendo do tamanho do comboio pode atrapalhar o transito mas segundo a lei temos a preferência que sabe assim os responsaveis tomam alguma atitude!

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Motoristas de Ônibus andam de bicicleta para ver como o ciclista se sente!!!

Ao ler o título da reportagem achei que isto teria ocorrido em outro pais ou alguma cidade do sul do pais, mais não aconteceu em São Paulo motoristas pedalaram pela cidade e “sentiram” na pele a nossa dificuldade de viver com os veículos, para eles a vida foi facilitada pois o departamento de transito fechou as ruas por onde eles passaram, e ainda assim acharam perigoso imagine para nós que a unica segurança que nós temos é o nosso capacete! e olhe lá..

Além disso o secretário municipal de transportes de São Paulo, Alexandre de Moraes, se compremeteu no domingo (dia 7) com cicloativistas no Parque do Ibirapuera, Zona Sul da capital paulista, a criar uma coordenadoria exclusiva na secretaria para cuidar de melhoramentos em ciclovias e da segurança de ciclistas na cidade.

Leiam mais sobre esta reportagem….

IPI zero para Bicicletas

Campanha – Bicicletas para todos

Para enfrentar a crise o Governo Federal já baixou o IPI de carros, caminhões e de eletrodomésticos (a chamada linha branca). Nada mais justo do que aprovar agora IPI ZERO PARA BICICLETAS, suas partes e peças. É o que propõe o Projeto de Lei nº 166 de 2009, de autoria do senador Inácio Arruda.

Isenção de IPI para as bicicletas significa mais trabalhadores, estudantes e esportistas com acesso facilitado a um equipamento que:

Preserva o ambiente, pois não polui;

Tem alta eficiência energética. Seu descolamento só depende da energia humana;

Contribui para a saúde do usuário. É terapêutico e profilático. Restaura e mantêm o bem estar físico e mental;

É um meio de transporte rápido para distâncias curtas. Diminui conflitos no trânsito;

É um importante instrumento de lazer e de praticas esportivas.

Leia Mais…e Participem!!!

Comunidade alemã decide ter uma vida sem automóveis e vira referência

Os moradores desta comunidade afluente são pioneiros suburbanos. Eles superaram a maioria das mães que levam os filhos para jogar futebol ou executivos que fazem todos os dias o trajeto dos subúrbios até o centro da cidade: essas pessoas abriram mão dos seus carros.

Estacionamentos de rua, driveways (pequena estrada que vai geralmente da entrada da garagem até a rua) e garagens são, em geral, proibidas neste novo distrito experimental na periferia de Freiburg, perto da fronteira com a Suíça.

SUBURBS ENVIRO 4

Mulher caminha com sua criança por rua exclusiva para trânsito de pessoas e bicicletas em Vauban

Nas ruas de Vauban os carros estão totalmente ausentes – com exceção da rua principal, por onde passa o bonde para o centro de Freiburg, e de umas poucas ruas na zona limítrofe da comunidade. A propriedade de automóveis é permitida, mas só há dois locais para estacionamento – grandes garagens localizadas no limite da comunidade, onde os proprietários compram uma vaga, por US$ 40 mil, juntamente com uma casa.Leia Mais….

Fonte:UOL

Em 11 meses, SP multa um por desrespeito a ciclista

Leis não faltam para pensar e inserir o ciclista no trânsito de São Paulo. O difícil é levá-las para a realidade. Segundo o Artigo 201 do Código de Trânsito Brasileiro, o motorista que “deixar de guardar a distância lateral de 1,50 metro ao passar/ultrapassar bicicleta” deve ser multado em R$ 85. No período de dezembro de 2007 a novembro do ano passado, no entanto, apenas uma pessoa foi autuada na cidade com base nessa resolução, segundo pesquisa da Gerência de Suporte à Fiscalização da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Leia Mais…

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Bicicleta em movimento

I Circuito em prol de ciclovias no ABC promovido pela PROAP

Domingo 07 de agosto, no período da manhã, aconteceu o primeiro passeio ciclístico da UFABC: Bicicleta em Movimento. Organizado pela Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários e Políticas Afirmativas/ PROAP, contou com a participação de ciclistas da região e da capital. O trajeto percorrido teve como ponto de partida o câmpus Santo André, com uma primeira parada no Paço Municipal de Santo André e uma segunda no Paço Municipal de São Bernardo do Campo, onde foi sinalizado a intenção daquele evento ciclístico com faixas e discurso do Pró-Reitor de Políticas Afirmativas, Prof. Dr. Joel Pereira Felipe, em prol de ciclovias no ABC, o destino final foi o câmpus Sigma /São Bernardo do Campo.

Mais fotos….

Participaram deste primeiro Bicicleta em movimento 32 ciclistas, sendo alunos e professores da UFABC, integrantes da comunidade e de outros grupos de ciclistas como os da Bicicletada ABC. A PROAP continuará organizando ações com o intuito de sensibilizar os munícipes para a problemática dos transportes e da poluição proveniente do excesso de veículos nas ruas, apresentando à sociedade e ao poder público a demanda dos ciclistas por um sistema cicloviário, além de dar encaminhamento as propostas apresentadas nos grupos de trabalho do “I Seminário sobre Acessibilidade e Mobilidade da UFABC: câmpus acessível em cidade sustentável” ….. Leia mais


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Bicicleta: o meio de transporte do futuro


A vida moderna leva cada vez mais pessoas aos centros urbanos, o que tem causado superlotação nos transportes públicos. Automóveis, que custam cada vez menos e têm cada vez mais facilidade de financiamento, também se tornam um problema das cidades hoje. O número de veículos motorizados circulando ao mesmo tempo causa, além de problemas como grandes congestionamentos e acidentes, muita poluição, tanto do ar quanto sonora. Isso trouxe uma preocupação crescente com o chamado desenvolvimento sustentável, ou seja, um modelo de desenvolvimento que usa os recursos naturais atendendo as necessidades do presente sem comprometer as necessidades das gerações futuras.

Diante deste cenário atual, ela aparece como uma das soluções e como o meio de transporte do futuro: a bicicleta. A Organização das Nações Unidas (ONU) elegeu a bicicleta como o transporte ecologicamente mais sustentável do planeta, pelo baixo impacto que causa ao ambiente, pelo porte da infra-estrutura necessária à circulação e ao estacionamento, que demanda pouco espaço, e pela ausência de ruídos e de emissão de gases poluentes. Além disso, é uma alternativa ao alcance de todas as pessoas, não importando a renda e podendo ser usada por quem tem boa saúde, desde a infância até a idade mais avançada.

Em cidades da Europa seu uso já é bastante comum. Na Suécia, um país frio, 33% de todo o deslocamento realizado na cidade de Västerãs (115 mil habitantes) é feito por bicicleta. Na Suíça, que não é um país plano, a bicicleta é utilizada em 23% dos deslocamentos na cidade de Basiléia, com 230 mil habitantes. Em Redmond, noroeste dos EUA, os ônibus urbanos têm espaço para transportar duas bicicletas, e até mesmo os paramédicos as utilizam.

A inclusão da bicicleta nos deslocamentos urbanos deve ser abordada como elemento para a implementação do conceito de mobilidade urbana sustentável como forma de redução do custo da mobilidade das pessoas, inclusão social, de redução e eliminação de agentes poluentes e melhoria da saúde da população.

Adequando-se a esta realidade e pensando no meio ambiente e no bem-estar da população, a Prefeitura de Piraquara incluiu no Projeto Novo Centro uma ciclovia pavimentada, já implantada na avenida Getúlio Vargas. Outros locais da cidade também já possuem ciclovia, como por exemplo as ruas Herbert Trapp e a Pastor Adolfo Weidmann. Porém, junto com as vias cicláveis (espaço destinado especialmente para a circulação de pessoas utilizando bicicletas), também surgem dúvidas sobre o uso da ciclovia e os direitos e deveres dos ciclistas.

Direitos e deveres no uso das ciclovias
Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, é direito de todos andar de bicicleta em qualquer rua da cidade, porém certos cuidados devem ser lembrados e respeitados, como por exemplo, usar os equipamentos de segurança (buzinas,lanternas e espelhos), pedir passagem com o aceno dos braços, circular no mesmo sentido dos outros veículos (sejam eles motorizados ou não) e transitar sempre pelo lado direito.

Outros pontos importantes a serem lembrados por quem é ciclista ou pretende ser são a manutenção da bicicleta e o respeito não só com os motoristas de automóveis, mas também com outros ciclistas. Calcula-se que de 10 a 15% das mortes de ciclistas no Brasil sejam causadas por falhas mecânicas das bicicletas, e que mais de 50% dos acidentes envolvendo bicicletas ocorrem por culpa dos próprios ciclistas.

Apesar desses dados, está comprovado que o uso adequado da bicicleta não traz somente benefícios físicos, mas também financeiros e ambientais. Além de não poluir a atmosfera, o uso da bicicleta ajuda a combater o estresse, o colesterol alto, a diabetes, e ainda traz mais resistência física para o seu condutor. O bolso de quem pedala também fica mais cheio, pois a pessoa que anda de bicicleta acaba não utilizando o transporte público ou gastando com combustível. Sendo usadas de maneira consciente, a ciclovia e a bicicleta trazem benefícios a todos que optam por sua utilização, de forma direta, ao meio ambiente, e a toda a população, mesmo de forma indireta.

Fonte: http://agoraparana.uol.com.br/index.php/cidade/piraquara/3606-piraquara.html

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Armadilhas do trânsito para ciclistas

Colisão com carros que cortam a frente do ciclista em cruzamentos e rotatórias

Bicicletas são pouco visíveis e pouco respeitadas no trânsito. Ao aproximar de um cruzamento, se a preferência é sua, continue pedalando com firmeza e determinação. Se demonstrar dúvida, o motorista pode entender que você vai frear e poderá cruzar sua frente.

Mesmo com a preferência, o ciclista deve se aproximar de um cruzamento com cautela e com a mão sobre o manete, pronto para frear. Observe o cruzamento se há a aproximação de um veículo e esteja pronto para frear caso ele cruze seu caminho.

Em rotatórias: Ao contornar rotatórias sinalize suas intenções com o braço. Se perceber que um motorista não vai frear o veículo para ceder passagem, o melhor é frear a bike e ficar fora do alcance do carro.

Dica: Olhe sempre para o rosto do motorista para se certificar que ele viu você e ao mesmo tempo procure identificar suas intenções. Ao fazer sinal de braço para mudar de faixa de direção, certifique-se que o motorista que vem atrás de você, viu e entendeu seu sinal. Em caso de dúvida não execute a manobra.

Carros que cruzam a frente para virar à direita

Um acidente muito comum com ciclistas acontece quando um veículo, ao virar à direita, fecha a frente do ciclista. Tanto na cidade quanto em rodovias, os acessos à direita são um grande risco ao ciclista.

Muitos motoristas ao pegarem um acesso à direita ignoram o ciclista e cortam seu caminho. Acidentes desse tipo muitas vezes são fatais.

Alguns metros antes de se aproximar de um entroncamento à direita olhe sobre seu ombro esquerdo e veja se algum veículo que vem atrás de você vai virar à direita (não confie em pisca-pisca, nem sempre motoristas sinalizam). A preferência é sua, mas se perceber que um veículo não vai parar, o jeito é frear e se manter longe da trajetória do carro.

Dica: Estenda a sua mão esquerda com a palma virada para trás para indicar ao motorista que vem de trás que você pretende seguir em frente.

Ônibus que cortam o caminho

A melhor idéia nas cidades é se manter longe de avenidas com grande fluxo de coletivos. Estes veículos param com frequência para embarque e desembarque de passageiros e os motoristas estão com muita pressa na maioria das vezes.

Fique atento ao trânsito que vem pelas costas olhando com frequência sobre o ombro esquerdo. Ao notar que um ônibus passou por você e vai parar em um ponto mais adiante, fique pronto para frear e esperar até que ele saia de novo.

Dica: Pessoas no ponto de ônibus fazendo sinal com a mão, significa que tem um ônibus bem atrás de você! Fique atento e apresse o passo.

Pedestres que cruzam o caminho

Pedestres que cruzam o caminho do ciclista na maioria das vezes termina em acidente. Às vezes por distração, por calcular mal a distância e a velocidade, ou mesmo por não ver o ciclista, o pedestre acaba entrando em baixo das rodas da bicicleta.

Fique atento às reações do pedestre, se ele não viu você o correto é diminuir a velocidade e tocar a campainha (obrigatória) ou mesmo gritar alto, algo do tipo “bicicleta!”, “bike!”, “cuidado!” para chamar atenção da pessoa. Em trechos com muita aglomeração humana (escolas, hospitais, eventos, supermercados) o mais prudente é manter a velocidade baixa e redobrar a atenção.

Dica: Ao passar por uma fila de carros parados, cuidados com pedestres que saem da calçada para atravessarem a rua. Olhe bem à frente e esteja pronto para frear rápido se necessário.

Mudar de faixa de direção

A lei obriga que ciclistas circulem pelo cantinho direito da via, mas quando tiver que virar à esquerda, em uma avenida ou rua, o ciclista tem enfrentar dois perigos: Os veículos que vêm por trás em sua própria mão, e os veículos que vem pela frente, na mão contrária.

Virar à esquerda, exige muito cuidado e coordenação, pois em caso de queda você vai ficar estendido no meio da rua, em meio aos carros…

Se você é um biker iniciante, a melhor maneira de fazer isso é parar do lado direito, junto à calçada, e aguardar uma brecha no trânsito e cruzar com tranqüilidade.

Para bikers mais experientes: somente mude de faixa de direção quando você tiver uma boa brecha no trânsito que vem atrás de você. Sinalize com o braço esquerdo, enquanto gradativamente chega ao lado esquerdo da rua/avenida. No caso de trânsito pesado, o melhor mesmo é para junto ao lado direito e cruzar com total segurança.

Dica: Em uma avenida de grande movimento, se houver uma travessia de pedestres em algum ponto, vá até lá e atravesse empurrando a bike, como um pedestre.

Ciclista atingido por trás

Seja para ir ao trabalho, à escola, durante o treinamento, ou mesmo durante uma voltinha de lazer, todo o cuidado é pouco. A grande dica é escolher bem o caminho que vamos fazer e evitar transitar por ruas e avenidas com grande fluxo de veículos.

Transite sempre o mais próximo possível do bordo direito quando transitar por ruas, avenidas e estradas. Olhe sempre para trás e observe o trânsito.

Em estradas, muito cuidado com carretas, pois o deslocamento de ar que elas provocam é muito grande e pode desequilibrar o ciclista.

Olhe sempre bem à frente o caminho por onde vai passar. Se perceber a existência de algum buraco, antes de fazer uma manobra evasiva, certifique-se que não vem nenhum veículo atrás de você. É preferível frear ou enfrentar o buraco que ser colhido por um veículo.

Ao andar em mais de um biker, mantenha-se em fila indiana.

Dica: Seja visível usando camisa e capacete de cores claras. À noite o ideal é ter uma luz vermelha na traseira e uma luz branca na frente, se forem intermitentes (pisca-pisca) melhor ainda.

Texto e fotos de Marcos Adami – Bikemagazine
FONTE: http://www.bikemagazine.com.br/2011/03/armadilhas-transito-para-ciclistas/

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São Paulo Recreação representa só 4% do uso da bike em SP

Pesquisa do Metrô feita em agosto do ano passado revela que somente 4% das viagens feitas pelos paulistanos com bicicletas são por motivo de lazer – pedalar em parques nos finais de semana, ir até ciclofaixa de lazer aberta aos domingos etc. A maioria, 70% das viagens, é feita diariamente de bicicleta para trabalhar. São 214 mil moradores da capital que usam esse meio de transporte com essa finalidade, segundo O Estado de S. Paulo.

Se computadas as viagens corriqueiras do dia a dia, como ir até a padaria de bicicleta, ao dentista ou à escola, o índice de uso atinge 96%, conforme a pesquisa "O Uso de Bicicletas na Região Metropolitana de SP".

O estudo detectou quatro polos de uso das bicicletas. A análise de regiões com mais de 2 mil viagens por dia mostra que 70% delas estão concentradas no Ipiranga (Cursino e Sacomã), Grajaú (e Socorro), Jardim Helena (Itaim Paulista, São Rafael, Itaquera e São Miguel Paulista) e Vila Maria (Vila Medeiros, Tremembé e Jaçanã).

A única localidade onde o motivo principal para usar a magrela não é o trabalho é o Grajaú. Na região, as pessoas usam a bicicleta para atividades cotidianas. Para ir trabalhar, devido à distância, são utilizados outros meios.

FONTE: http://www.destakjornal.com.br/readContent.aspx?id=13,90983

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Conheça o downhill urbano, modalidade radical de ciclismo a 70 km/h

Praticantes enfrentam degraus, desviam de corrimãos e saltam calçadas para percorrer estreitos vãos a uma velocidade emocionante

Imagine descer escadarias, percorrer pequenos corredores com corrimãos prontos para serem atingidos, saltar de calçadas e atravessar vãos. Tudo isso sob uma bicicleta, com velocidade média de 60km/h a 70km/h, sempre em uma só direção: “morro abaixo”, como dizem os praticantes. Tudo com a obrigação de realizar o trajeto no menor tempo possível. Difícil? Pois esta maluquice existe e tem um nome: downhill. Mais precisamente, downhill urbano, por ser realizado no meio das cidades, usando muito da própria estrutura e arquitetura dos locais como obstáculos.

Fraser Briton/Divulgação
Emoção no Valparaiso Cerro Abajo (VCA), no Chile: percurso recheado de perigos que exigem o máximo dos participantes

A modalidade, conhecida como DH, é filha do mountain bike e irmã do cross-country e começou a ser praticada em montanhas da Califórnia, nos Estados Unidos, por ciclistas que estavam cansados de andar somente na praia ou no asfalto. Eles resolveram, então, adaptar as bikes utilizando pneus mais largos e freios mais potentes para que pudessem pedalar nos morros de Marin County, perto de San Francisco, lançando-se ladeira abaixo.

O salto da modalidade da terra para o asfalto e os centros das cidades aconteceu em 2000, em Portugal. O Lisboa Downtown foi o primeiro evento de downhill realizado em uma área urbana e ganhou concorrentes apenas três anos depois. Dois dos maiores deles, inclusive, são na América Latina e tiveram a nona edição realizada no mês passado: Valparaiso Cerro Abajo (VCA), no Chile, e Descida das Escadas de Santos, aqui no Brasil, na cidade do litoral paulista.

Em Santos, o downhill urbano encontrou um lugar perfeito para a prática. A escadaria histórica do Monte Serrat, localizada na região central da cidade, alia trechos de média e alta dificuldade, com muitas curvas e saltos. Os atletas de ponta fazem o percurso de 417 degraus e 650 metros de extensão em pouco mais de um minuto. Já em Valparaiso, que fica a 117km de Santiago, a geografia da cidade cheia de ladeiras e com mais escadarias que calçadas também colabora com o radicalismo do downhill. Lá, os ciclistas percorrem cerca de 2km em uma média de 2 minutos.

Saiba mais

O downhill é uma das categorias do mountain bike, assim como o cross- country (percursos curtos, de 4km a 5km) e a maratona (percursos longos, de 50km a 60km), e é a única em que os participantes não largam juntos (é uma prova de contrarrelógio). A bicicleta usada para a prática da modalidade não se parece em nada com outras de ciclismo. Ela pesa cerca de 20kg, 10kg a mais que a maioria, tem pneus reforçados e mais grossos, amortecedores nas rodas dianteiras e traseiras, suspensão mais resistente, quadro maior e é considerada mais confortável e estável que as de cross-country, por exemplo.

O ranking mundial de downhill

O Brasil não tem representantes entre os 10 melhores do mundo. Confira a lista:

1. Gee Atherton – Grã-Bretanha
2. Greg Minnar – África do Sul
3. Aaron Gwin – Estados Unidos
4. Samuel Blenkinsop – Nova Zelândia
5. Marc Beaumont – Grã-Bretanha
6. Nick Beer – Suíça
7. Steve Smith – Canadá
8. Cameron Cole – Nova Zelândia
9. Brendan Fairclough – Grã-Bretanha
10. Damien Spagnolo – França
41. Markolf Berchtold – Brasil

Mundial em Camboriú

» No ano passado, a cidade de Balneário Camboriú, no litoral de Santa Catarina, sediou o Campeonato Mundial de Mountain Bike Master (acima de 30 anos) que contou com 157 atletas de 28 países. Neste ano, a prova voltará a ser realizada no local, entre 19 e 24 de julho. Haverá provas de downhill e de Cross Country Olímpico.

Sem medo dos tombos

Scott/Divulgação
A evolução do downhill: ads montanhas, o esporte chegou às cidades

Para Markolf, o fato do downhill ser um esporte bastante radical (mesmo que uma falha do ciclista possa resultar num acidente sério) é o que o torna ainda mais interessante. “A adrenalina é muito alta. Tenho mais de 15 anos no downhill e sempre fico nervoso antes das competições. Mas só de saber que estou ali sem um motor, só usando os próprios obstáculos para pegar velocidade, já acho demais”, diz ele, que jura que nunca sofreu um acidente muito grave.

“Cair, a gente cai sempre. Tombos são comuns, mas nada muito grave. Com o tempo, aprendemos a cair e nos proteger para não machucar. O mais sério foi quando rompi um ligamento do joelho porque o usei para apoiar no chão”, conta. Os praticantes de downhill usam equipamentos parecidos com os de pilotos de motocross, como capacete e óculos fechados, com proteções para queixo e pescoço, além de caneleiras, joelheiras, blusas e calças compridas, e luvas.

Velocidade de raciocínio é a chave

Press Shimano/Divulgação
Markolf Berchtold em ação este ano no Chile: melhor atleta do Brasil

O catarinense Markolf Berchtold, 31 anos, o latino-americano de maior destaque na modalidade, explica que as competições de downhill são sempre em pequenos trechos que duram, no máximo, seis minutos. Os atletas saem um por um, a cada minuto. A meta é fazer o trajeto estabelecido — delimitado por fitas —- no menor tempo possível.

“Sempre podemos treinar no trajeto da prova dois ou três dias antes da competição em si. Nunca há um percurso igual e precisamos conhecer para saber exatamente o que fazer em cada curva, cada escadaria”, conta ele, que ficou em 10º no VCA do Chile deste ano, já foi sete vezes campeão pan-americano e chegou a estar em 7º no ranking mundial, em 2005. “O atleta experiente no downhill vai fazer o trecho da competição 50 mil vezes para conhecer cada pedacinho, memorizar onde deve acelerar, onde tem que tomar mais cuidado. Só assim ele vai conseguir competir sem errar e o mais rápido possível”, prossegue.

Para o candango Pedro Igor Rodrigues, que praticou o esporte entre 1994 e 2004, o atleta de alto nível deve ter uma qualidade fundamental, sem a qual ninguém tem sucesso na empreitada: “Tem uma coisa que é essencial para a modalidade e que dificilmente se adquire: a habilidade e rápida percepção, a velocidade de reação. Isso é o que os melhores do mundo em downhill têm.”

Markolf ressalta que a prática é facilitada quando se está bem condicionado. “Na minha preparação para qualquer prova de downhill entram sempre treinos de cross-country para ganhar resistência. Tem que pedalar muito para fortalecer a musculatura. Apesar de no downhill estarmos sempre descendo, o esforço físico é grande, precisamos estar bem fisicamente”, comenta.

Fonte:http://www.superesportes.com.br/app/19,66/2011/03/15/noticia_maisesportes,15448/conheca-o-downhill-urbano-modalidade-radical-de-ciclismo-a-70-km-h.shtml

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